Ma Ma (2015)


Penélope Cruz é sempre um espetáculo, e dessa vez é muito bem acompanhada por outras belíssimas atuações – do elenco como um todo, mas principalmente de Luís Tosar e Asier Etxeandia. É uma pena, portanto, que Ma Ma tenha dois atos tão distintos: Um primeiro centrado, com um drama bem construído e filmado com inteligência por Medem, já o segundo uma enorme bagunça, que flerta incrivelmente com uma novelona, inserções subjetivas absolutamente inócuas e que, por fim, pouco acrescentam a obra.


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